Salvação - o Amor e a Misericórdia de Deus
O amor e a misericórdia de Deus, por si só, são temas que poderiam ser tratados em separado, ou seja, um por lição. Como aprendemos ao estudar os atributos de Deus, o amor e a misericórdia podem ser classificados nos atributos denominados de comunicáveis ao ser humano − o que significa que a Bíblia revela atributos de Deus que não podem ser manifestar na pessoa (atributos incomunicáveis) −, ou seja, atributos que podem ser manifestos na vida do ser humano. Nessa categoria, além da bondade, da justiça, da verdade, o amor e misericórdia são atributos que os seres humanos podem manifestar em vida.O plano de salvação de Deus tem como fundamento o seu amor e misericórdia.
Amor. A Bíblia declara que o próprio Deus é amor (1Jo 4.8,16). Isso significa que o amor é essência de Deus, a moral de o seu próprio ser. Ele justificou isso ao oferecer o seu Filho para nos salvar (Jo 3.16). Só o amor de Deus justifica seu caráter compassivo. Infelizmente, nossa sociedade está acostumada com a perspectiva fantasiosa do amor, pois este nos moldes modernos, na maioria das vezes, está baseado em palavras, subjetividades e romantismos baratos. Entretanto, o amor que se revela nas Escrituras Sagradas demonstra ação, atos de doar-se ou doar alguma coisa. É isso que caracteriza o amor de Deus. Por isso, encontramos nas Bíblias, principalmente nas antigas, o termo “caridade” no lugar do “amor”. Diferentemente de nossa cultura, na Bíblia, o amor é inimaginável sem o sê-lo por uma ação concreta. A prova do amor de Deus para com a humanidade foi o ato de enviar o seu único Filho para nos salvar.
Misericórdia. No Antigo Testamento, de acordo com os termos hebraicos rehem e hesed, a palavra misericórdia pode significar “compaixão materna”, “mútua obrigação ou solidariedade”. Já em o Novo Testamento, a palavra tem a conotação de piedade e compaixão, bem como pode expressar a ideia de “companheirismo em meio ao sofrimento”. Os textos de Lucas 10.37; Hebreus 4.16; Filipenses 2.1; Colossenses 3.12;Hebreus 10.28 ilustram respectivamente essas conotações e ideias. Logo, a salvação que o Deus Pai proveu a todos os seres humanos por meio de seu Filho, Jesus Cristo, é a prova cabal do amor e misericórdia de um Deus solidário ao ser humano, da pessoa que se arrepende de seus pecados para encontrar uma novidade de vida. Assim, vemos que a misericórdia de Deus dura para sempre!
Texto extraído da “Revista Ensinador Cristão”, editada pela CPAD.
Marcelo Oliveira de Oliveira
Redator do Setor de Educação Cristão (CPAD)
FONTE: CPAD
Amor. A Bíblia declara que o próprio Deus é amor (1Jo 4.8,16). Isso significa que o amor é essência de Deus, a moral de o seu próprio ser. Ele justificou isso ao oferecer o seu Filho para nos salvar (Jo 3.16). Só o amor de Deus justifica seu caráter compassivo. Infelizmente, nossa sociedade está acostumada com a perspectiva fantasiosa do amor, pois este nos moldes modernos, na maioria das vezes, está baseado em palavras, subjetividades e romantismos baratos. Entretanto, o amor que se revela nas Escrituras Sagradas demonstra ação, atos de doar-se ou doar alguma coisa. É isso que caracteriza o amor de Deus. Por isso, encontramos nas Bíblias, principalmente nas antigas, o termo “caridade” no lugar do “amor”. Diferentemente de nossa cultura, na Bíblia, o amor é inimaginável sem o sê-lo por uma ação concreta. A prova do amor de Deus para com a humanidade foi o ato de enviar o seu único Filho para nos salvar.
Misericórdia. No Antigo Testamento, de acordo com os termos hebraicos rehem e hesed, a palavra misericórdia pode significar “compaixão materna”, “mútua obrigação ou solidariedade”. Já em o Novo Testamento, a palavra tem a conotação de piedade e compaixão, bem como pode expressar a ideia de “companheirismo em meio ao sofrimento”. Os textos de Lucas 10.37; Hebreus 4.16; Filipenses 2.1; Colossenses 3.12;Hebreus 10.28 ilustram respectivamente essas conotações e ideias. Logo, a salvação que o Deus Pai proveu a todos os seres humanos por meio de seu Filho, Jesus Cristo, é a prova cabal do amor e misericórdia de um Deus solidário ao ser humano, da pessoa que se arrepende de seus pecados para encontrar uma novidade de vida. Assim, vemos que a misericórdia de Deus dura para sempre!
Texto extraído da “Revista Ensinador Cristão”, editada pela CPAD.
Marcelo Oliveira de Oliveira
Redator do Setor de Educação Cristão (CPAD)
FONTE: CPAD
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