Riso como Expressão de Êxtase na Adoração

Por Tiago Rosas
RISO COMO EXPRESSÃO DE ÊXTASE NA ADORAÇÃO
Leia e tire você mesmo suas conclusões.
• JONATHAN EDWARDS (1703 – 1758)
"Em New Hampshire, como na Escócia, a mesma alegria era despertada. [Jonathan] Edwards escreveu: ‘Sua regozijante surpresa fez com que seus corações estivessem a ponto de dar um salto, de forma que se condicionaram a dar vazão a risadas, lágrimas muitas vezes ao mesmo tempo fluindo numa enxurrada, e em meio a um choro audível’” (John White, Quando o Espírito vem com poder. Editora ABU, p. 96)
• JOHN WESLEY (1703 - 1791) e CHARLES WESLEY (1707 - 1788)
"Encorajado por George Whitefield, começou a viajar por toda a Inglaterra à cavalo e a pregar ao ar livre. As pessoas se reuniam aos milhares e multidões se convertiam. O Espírito confirmava a Palavra com curas, com libertações e com manifestações inusitadas, como quedas, tremuras, bramidos, choro e riso (...) Em outra ocasião, Wesley e seu irmão Charles estavam a caminhar numa pastagem para cantar salmos em louvor a Deus. Assim que eles começaram a cantar, Charles irrompeu em largas gargalhadas. Em breve Charles estava rindo incontrolavelmente" (Eddie Hyatt, 2000 anos de Cristianismo carismático, Carisma, p. 133,4)
• CHRISTMANS EVANS (1766-1838)
“No Sul de Gales andava a pé, pregando, às vezes, cinco sermões num só dia (…) Muitas vezes os ouvintes rompiam em choro e outras manifestações, coisas que não podiam evitar. Por isso eram conhecidos por ‘Saltadores Galeses’ (…) A convicção de pecado, como grandes enchentes passava sobre os auditórios. O poder do Espírito Santo operava até o povo chorar e dançar de alegria. Um dos que assistiram ao seu famoso sermão sobre o Endemoninhado Gadareno, conta como Evans retratou tão fielmente a cena do livramento do pobre endemoninhado, a admiração do povo ao vê-lo liberto, o gozo da esposa e dos filhos quando voltou a casa, curado, que o auditório rompeu em grande riso e choro” (Orlando Boyer, Heróis da Fé, CPAD, pp. 90,2)
• CHARLES FINNEY (1792 – 1875)
“Meu coração transbordava com tamanho júbilo diante daquela cena que era difícil controlar-me. A pouca distância de onde eu estava, havia uma lareira aberta. Lembro-me muito bem de que minha alegria era tão grande que eu não conseguia controlar o riso. Ajoelhei-me e coloquei a cabeça — depois de cobri-la com um lenço — na lareira, para que eles não me vissem rindo. Sabia que não entenderiam que meu riso era fruto de uma alegria santa e irreprimível” (Memórias originais de Charles Finney, Vida, cap. 8).
• JOHN HYDE (1865 - 1912)
"Oh! como Deus usou um irmão pobre de Punjab, de baixa casta, para nos ensinar a maneira de tornar os tempos de oração em um Céu na terra, e o modo de evitar que o gozo de orar, e mesmo de lutar, degenere em simples labor. Repetidas vezes esse irmão depois de muito clamor, parecia romper as fileiras das hostes do Maligno e voar para a presença do Pai. Seu rosto refletia o sorriso de Deus; então rompia em riso no meio da oração. Era o gozo de um filho alegrando-se nas delícias do sorriso do Pai. Deus mostrou a Hyde e a mim, que o nome do Deus de Isaque é o Deus do riso (...) "Isaque" é o mesmo que riso. Parecia que o riso santo aliviava a tensão e renovava os espíritos dos que lutavam em oração" (Este episódio é narrado por Francisco A. McGaw, amigo de John Hyde, em O homem que orava, CPAD, pp. 38,9. O relato não descreve Hyde rindo em oração, mas um irmão anônimo de Punjab, na Índia. Entretanto, McGaw diz que isto foi um aprendizado para ele e para Hyde. O relato é feito com aprovação).
• GUNNAR VINGREN (1879 – 1933)
"Vingren conta várias vezes, nas suas notas, como a sua alegria em Deus frequentemente se manifestava em riso. Nós, que tivemos o privilégio de estar com ele, nos lembramos como ria muitas vezes quando estas ondas de alegria do poder de Deus vinham sobre ele" (Lewi Petrhus, na introdução de O Diário do Pioneiro Gunnar Vingren, 5. ed., CPAD, p. 15)
• A.W. TOZER (1897 – 1963)
"(...) a adoração é sujeita a graus de perfeição e intensidade. Houve alguns que adoraram a Deus até o ponto do êxtase. Vi certa vez um homem ajoelhar-se junto ao altar, tomando a comunhão; de repente foi tomado de um riso santo. Esse homem riu até cruzar os braços ao redor de si mesmo, como se temesse explodir de gozo na presença do Deus Altíssimo. Outras vezes vi pessoas em tal êxtase de adoração que se sentiam arrebatadas por ela, e ouvi certos convertidos de coração simples dizerem: 'Abba, Pai'. A adoração pode então passar por uma escala, dos sentimentos mais simples até os mais intensos e sublimes" (O melhor de A. W. Tozer, Estação do Livro, p. 87)
• CRAIG KEENER (1960 - )
"Nos anos setenta, dois dias após a minha conversão do ateísmo, eu fui cheio do Espírito Santo e tão impressionado com a majestade de Deus que eu senti que não poderia oferecer louvor digno a menos que Ele mesmo me desse as palavras. As palavras vieram em uma outra linguagem; eu nunca tinha ouvido falar deste dom antes. Ainda assim, essa adoração era também cheia de uma profunda e catártica risada, refletindo uma alegria que nunca experimentei antes. Talvez ninguém a chamasse de 'risada santa' nos anos de 1970, mas porque a maneira como chamamos ficar alegres subitamente no Espírito deveria ser questão de controvérsia?" (Keener, em prefácio do livro Batizados no Espírito Santo, de Randy Clarck, ed. Novo Caminho)
___________________
"Então a nossa boca encheu-se de riso, e a nossa língua de cantos de alegria..." - Salmos 126.2
"Mas o fruto do Espírito é: ... alegria..." - Gálatas 5.22
FONTE: TIAGO ROSAS
Comentários
Postar um comentário